A noite mais alucinante de todas

Olha pessoal nas histórias da minha vida tem fatos interessantes, assim como vivi no litoral de São Paulo, visitando a casa de uma tia, eu recém chegado do nordeste do pais.
Com um pouco de receio do preconceito por ser nordestino num estado tão evoluído como, São Paulo. Tive uma grata surpresa na casa da minha tia muito movimentada pessoas que chegavam sempre perguntando pra ela
— E aí Rosa onde está seu sobrinho que veio da Bahia
— Chegou está descansando um pouco da viagem, mais todo mundo vai conhecer
Ouvia as pessoas falando com ela até peguei no sono.


Acordei umas duas horas depois fui por a conversa em dia com tia Rosa, quando chegou uma prima do esposo de minha tia, sem demora se apresentou
—Prazer meu nome é Márcia já lhe conheço de tanto que a Rosa fala sobre você já me sinto intima,
—Essa e minha filha Vanessa linda, mais não cresça o olho, “ só tem quatorze”.
Riu e me deixou desconsertado, todos riram e ficou tudo descontraido.
Com a atitude da Márcia, fiquei envergonhado e deixei de olha pra garota. Passou-se uns dois dias meu primo me falou que iria ter um show do Legião urbana, me amarro nas músicas dele e seria na praia não iria pagar nada.
Meus primos eram menores e queriam ir eu o único maior de dezoito. Fechei na hora vamos todos.
Surpresa pouco antes de sairmos, chega Vanessa chamou meu primo susurou na ponta aí entrou, dessa vez pode olhar direto pra ela, e me caiu o queixo. Apesar de muito jovem já tinha um corpo de mulher, fiquei encantado mais já tirando o time de campo, por causa da idade, intensões a parte, o susuro era que ela queria ir conosco.
—Posso ir pro show com vocês?
— Como assim sua mãe vai também?
— Não!
Situação complicada, quatorze anos gratíssima, sem a mãe presente, repensei e falei pra mim mesmo
— Não pense nessas coisas
— Aí é ruim sua mãe não vai permitir que você vá sem ela
— Só se você falar com ela que vai cuidar de mim
Meu Deus essa menina quer me complicar mais tudo bem a mãe dela não vai deixar mesmo, infelizmente ou felizmente eu estava errado ela deixou e ainda com uma ressalva.
— Traga direitinho pra casa!.
Notei um tom malicioso nas palavras dela.
Ônibus lotado muita gente indo pro show com muita sorte quando entramos tinha um lugar pra sentar ofereci o lugar pra ela.
—Não obrigada, quero ficar de pé.
Me sentei ela nem piscou sentou-se no meu colo, achei estranho, mais deveria ser os costumes do lugar. Show fodastico diversão garantida curti pra caramba minha banda favorita.
Voltamos pra casa a cena da poltrona se repetiu com detalhes diferentes, agora tinha lugar pra sentar, já tinha bebido um pouco estava mais descontraído. Ela começou se ajeitar e escorregava a mão em cima do meu pau comecei ficar excitado, e ela a se mexer em cima e fui ficando mais excitado, deixei de importar com as convenções abracei a cintura ouvindo um suspiro profundo se virou dei um beijo que foi prontamente correspondido, ficarmos nós beijando um tempo logo chegamos.
Fui deixar ela em casa como recomendado pela mãe. Quando chegamos no portão, ganhei um beijo com intensidade de um último beijo, em seguida bateu na porta, nem deixou que falasse e foi entrando a mãe me chamou quando já estava saindo.
Pensei agora vem a bronca por ter beijado a filha dela.
—Entra um pouco, estava indo fazer um lanche, quando chegaram. Tentei me esquivar da situação, mais não deu.
Comemos ficamos batendo papo, me convidou pra ver um filme, já estava relaxado aceitei.
Casa pequena ela morava com a filha, só dois cômodos um quarto e a sala conjugada.
Um bom filme, um cobertor tudo muito aconchegante
—Tenho que ir embora
— Já mais é perigoso a essa hora, você já está com o cobertor vou pegar o travesseiro.
— Ou a companhia não está agradando?
— Não é isso o filme está bom companhia melhor ainda. Tudo bem eu fico
A mãe de um lado com uma conversa muito boa, a filha parecia meio indiferente, quando percebi a mão na minha perna. Imediatamente começou a ficar duro, e comecei a imaginar como faria pra corresponder, Márcia Me surpreendeu dando um beijo na nuca.
—Fica tranquilo que você vai gostar!
Fiquei foi mais tenso, Márcia virou meu rosto e me beijou, com um beijo bem suave, diferente do beijo da Vanessa que tinha muito calor e intensidade. Ao mesmo tempo que era beijado Vanessa já estava com meu pau nas mãos.
Completamente apavorado pelo fato de estar sendo beijado pela mãe e acariciando pela filha, foi então que percebi que não tinha nada fora do conhecimento das duas.
Comecei então uma etapa diferente. “Relação consensual à três”.
A partir desse momento fomos pro quarto e, já chegamos pelados. Márcia como a mais experiente conduziu a situação eu só me entreguei as vontades delas, pra ser feliz.
No começo muito sexo oral, me deslumbrei com uma bucetinha bem branquinha, com pelinhos pubianos bem macios curtinho que ainda estavam nascendo, enquanto a mãe fazia um boquete majestoso passeando até pelo períneo estava tudo inebriante preliminares de primeiro mundo, agora queria penetrar.
Com a sagacidade da experiência Márcia se pôs de quatro pra receber meu instrumento, introduzindo lentamente. Recebendo com um profundo suspiro e um gemido discreto.
Vanessa quase me devorando, beijava, chupava, lambia. Márcia se arreganhando a cada momento até que ela falou.
— Me bate!
— Não entendi?
— Me bate com força.
Nem dava pra acreditar em tanta loucura, era várias fantasias ao mesmo tempo sendo realizadas, não queria falhar em nada pra não perder aquele momento único. Comecei a dar palmadas cada vez com mais força, Márcia gritava de prazer sua bunda com marcas das palmadas, vi que estava chegando ao ápice, diminuí o ritmo. Ainda precisava penetrar Vanessa que beijava, chupava e se masturbava freneticamente.
Num movimento rápido Márcia se virou e já começou chupar meu pau novamente.
Agora tinha uma visão maravilhosa digna de um sonho duas mulheres mamando no meu, era de mais.
Márcia me falou no ouvido
—Devagar com minha filha,
—Ainda quero um anal
Vanessa se deitou, abri bem as pernas dela lambi compassadamente a bucetinha apetitosa de Vanessa enquanto todos a boca de Márcia.
Num festival de linguadas, senti na boca o gosto doce e trémulo do orgasmo de Vanessa. Fiquei extasiado em presenciar aquele momento sensações extremas. Parti para a penetração assim que sai daquele transe
Até tinha medo de não corresponder a altura, afinal eram duas pra avaliar meu desempenho, responsabilidade dupla.
Comecei bem devagar e fui aumentando as estocadas. Ninguém se privava ou se reprimia. Gemidos gritos uivos tudo fazia parte atuante do momento, até que novamente Vanessa chegou a um orgasmo, tremendo o corpo inteiro e se contorcendo, vi nos olhos dela que estava embriaga de prazer, passei a chupar os peitos de Márcia, admiráveis pra quem já era mãe, a firmeza a suculência mamei como um bezerro desmamado me beijou e pediu
—Poe no meu cuzinho por favor eu preciso disso!
Só perguntei como ela queria. Olhei pro lado pra dar uma atenção pra Vanessa, mais parecia que pra ela a brincadeira acabou. Olhei pra Márcia e perguntei que posição ela queria pra me presentear com um anal
—Quero sentar e descer até doer.
Coloquei a piroca pra cima, ela passou um lubrificante e foi sentando rebolando, logo já estava até o talo. Começou o vai e vem, no momento seguinte já estava saltando e gritando, nesse momento imaginei “
Amanhã os vizinhos estarão comentando ou irão bater na porta reclamando”.
Num salto já estava de quatro me pedindo mais anal
Agora é minha vez aprecio muito essa posição ainda mais desfrutando de cuzinho.
Cravei nas ancas, mais ela era a experiência em pessoa rebolava de uma maneira especial aí o tesão só crescia, até que finalmente cheguei, ela percebeu e disse goza tudo dentro e pressionou o cuzinho bem na hora do orgasmo, parecia que iria virar pelo avesso e ela firme retendo tudo dentro, não aguentei tombei ao lado de Vanessa e Márcia ao meu lado.
Não acreditava no que aconteceu comigo. Pela manhã fiz mais sexo com Márcia, Vanessa dormia como um bebê.

3 thoughts on “A noite mais alucinante de todas

  1. Procuro machos ou grupo de machos ativos para me enrabar sem dó de verdade. Podem me dominar e fazer TUDO que quiserem comigo, mesmo se eu pedir pra parar e precisar ser à força.

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