Amamentei minha sogra de 93 anos

Me chamo Michelle, sou jovem, mãe de dois filhos, dona de casa, branca da pele de pêssego, cabelo castanho escuro, seios fartos e corpo bonito. Cintura fina, quadris largos, bunda grande e empinada, mais ou menos 1,63m de altura e 65kg muito bem distribuídos. Sou gaúcha, descendente de Franceses e Italianos, tenho 28 anos, mas na época tinha 24 e meu marido tinha 48. Morava com sua avó de 93, que faleceria um ano depois. Quem havia criado ele fora a própria avó, sendo então tratada como se fosse minha sogra.

Tínhamos acabado de ter nosso primeiro filho e eu o estava amamentando. Meu marido era negro e sua avó parda. Nós sofríamos muito preconceito por conta da diferença de idade. A gente tinha muita dificuldade por conta do estado de saúde da minha sogra idosa, pois ela estava muito velha e debilitada. Meu marido ganhava pouco pra nos sustentar e eu acabava tendo que cuidar da anciã, dar banho, trocar suas fraldas e alimentá-la.

Certo dia estava cuidando da velha, e amamentando meu filho, quando ela perguntou se eu me importava de lhe fazer um favor: deixar ver meus seios, pois ela achava eles muito bonitos. De cara estranhei, pois me soou meio lésbico e nunca imaginaria que minha sogra anciã o fosse. Quando terminei de dar de mamar para seu bisnetinho, deixei meus dois seios fartos e carregados de leite à mostra. Eles eram bem bicudos, auréolas grandes, inchadas e de cor castanho-claras, como meus olhos. Logo então me enrubesci de vergonha, reparando na cara de vontade que aquela velha magra e acabada fazia. Ela era nordestina, parda, bem queimada de sol, de cabelos bem brancos. Parecia ter mais ou menos a mesma estatura que eu, apesar de nunca conseguir levantar direito, sempre curvada, mas devia pesar uns 40 quilos ou menos, de tão esquelética que estava. Seu rosto era muito magro, olhos fundos e ossos bem aparentes, toda enrugada e desgastada pelo tempo, quase um século de vivência, contrastando com a juventude dos meus vinte e poucos aninhos. Seu nariz era grande e meio curvo para baixo e sua boca completamente murcha e banguela a limitava a ingerir apenas líquidos.

Após contemplar minhas mamas por quase dois minutos, a velha, numa prova de que ainda lhe restava lucidez, me disse que se sentia como uma criança, sendo cuidada por mim, e que não estava se sentindo bem com as sopinhas que estava comendo, precisava de algo mais saboroso e nutritivo, enquanto ela passava com a língua pelos lábios quase inexistentes. Sentindo que ela estava querendo insinuar algo, e completamente envergonhada, eu resolvi cobrir meus seios. Quando eu terminei de colocar o soutien novamente, a velha me agarrou forte pelos braços e meteu sua cara no meio deles, quando nós estávamos sentadas uma de frente à outra, numa tentativa desesperada de obter o que ela queria. Tentei afastar aquele rosto velho do meio dos meus peitos, mas ela me segurou forte, enquanto esfregava aquele rosto horrível no meu decote volumoso. Quando consegui tirá-la de cima, percebi sua debilidade novamente e senti nela uma exaustão que me causou pena. A velha me disse que queria só provar um pouco do leite de uma moça jovem como eu, pois fazia muito tempo que não se alimentava com algo realmente saboroso e nutritivo. Compadecida com a situação daquela anciã, resolvi que seria bom aliviar um pouco da grande quantidade de leite que sobrava nos meus seios e que seria bom pra ela também. Peguei a velha, inclinei sua cabeça no meu colo apoiada sobre minhas coxas grossas e retirei as alças do soutien. Quando estava por terminar de tirar, senti a velha pressionando sua cara feia contra minhas tetas inchadas, esfregando sua testa e seu nariz contra meu mamilo bicudo. Os dois bicos chegavam a pingar de tão carregados que estavam.

Segurei sua cabeça velha por baixo e comecei a dar de mamar pelo peito direito. A velha abocanhou e começou a sugar como se fosse a última teta do mundo. Senti aquela boca banguela e extremamente murcha chupando com vontade meu peito, drenando grandes quantidades de leite em cada sugada, enchendo sua boca com meu alimento materno. Ela mamava e passava a língua pelo meu mamilo que preenchia toda sua boca de tão grande que estava. Logo comecei a sentir um tesão incontrolável, que foi superando minha vergonha. Cada esguicho de leite que a velha sugava deixava minha calcinha cada vez mais ensopada.

Depois de drenar bastante do lado direito, coloquei a velha pra mamar o peito esquerdo, e foi muito gostoso também. Às vezes ela se cansava de sugar, tirava a boca e deixava meus mamilos pingarem, quase como uma fonte, espirrando leite de vez em quando seu rosto velho. Terminando coloquei-a pra descansar e pude perceber como ela estava revigorada depois de sugar a minha juventude através do meu leite. Um pouco de leite havia escorrido pelo canto da sua boca murcha, deixando só uma marca branca.

A partir daquele dia, passei a amamentar a anciã todos os dias, numa demonstração de caridade e respeito à avó do meu marido. Meus peitos começaram a produzir cada vez mais leite, sentindo que eu nutria mais de uma boca. Eu viria a saber depois que a velha era mesmo lésbica, e pude entender porque de muitas vezes ela acariciar o outro seio enquanto mamava, ou mesmo deslizar sua mão magra e enrugada pelo resto do meu corpo.

Amamentei minha sogra idosa por mais uns meses, mas ela começou a piorar cada vez mais de saúde e veio a falecer um ano depois. Até hoje sinto vontade de fazer novamente uma caridade dessas, e penso em ser cuidadora de idosos.

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