Eu e meu irmão no swing

Estava confusa, nervosa, andando de um lado para o outro, só de calcinha ( peça que detesto usar a não ser para seduzir) procurando descobrir o que por sobre o corpo, que combinasse com o meu propósito final._Mas porque todo esse alvoroço, Bia?- perguntou Paulo, encostado no batente da porta do quarto – Parece que esta se preparando para seu casamento._ Sabe o que é, querido? Quando quero causar uma boa impressão, fico assim mesma, não sei o que por sobre o corpo._O ideal seria que você não colocasse nada sobre ele, que deve ser apreciado in natura. Eu prefiro que você fique do jeito que esta, diga-se de passagem, esta uma tentação._Nem vem que não tem. Nada de gracinhas agora. Poupe sua vitalidade para daqui a pouco, tá?_Temos um tempinho para nos distrairmos um pouco…_Nada disso. Você não vai sair dai de onde esta e eu vou continuar a procurar uma combinação correta de vestimenta._Mana, estou errado ou você esta nervosa por causa do nosso encontro?_Não esta errado não, me sinto confusa, sabia?

Não sei se é uma boa idéia, partilhar você com outra pessoa._Mas veja bem, foi você que se interessou em participar neste swing. E além do mais, não é a primeira vez que isso acontece._Eu sei, mas me sinto apreensiva. Você se mostrou muito interessado na mulher, que é muito bonita e gostosa. Era interessante, aquela discussão que estavam,os tendo, pois nos classificava como um casal real e liberal a procura de um divertimento ex casamento, no exato momento que a esposinha estava tendo uma insegurança do caralho. O Mais interessante era que meu irmão tinha uma noiva, que não estava nem ai se ele a ia procurar para sair ou não, pois sabia do nosso segredo incestuoso e concordava com tudo. As vezes eu achava até que Lena, não batia bem da biela, pois deixar um gato como meu irmão, foder sua irmã e ainda ter um caso com seu pai, era demais para qualquer um. Sem contar que eu a levara a um mundo de perversão sem limites, onde até eu me usufruía do corpo da bela morena. Por fim eu conseguira resolver o meu problema, evitara me deixar possuir por Paulo, pois se isso acontecesse, iriamos chegar atrasados ao encontro. Aquele casal que iríamos encontrar, nós o tínhamos conhecido através de um site de relacionamento que visitamos por mera casualidade. Coloquei um vestido, longo, com uma fenda bem generosa na lateral, vermelho para chamar mais a atenção, sapatos de saltos na mesma cor e uma bolsa com pedraria. Uma maquiagem que apenas realçava alguns pontos e estava pronta para o encontro. Paulo, estava impecável e distilava tesão ao meu lado. Sentamos em um reservado e no sofá nos foi servido um drinque bem suave que era só para esperar os nossos convidados chegar. A mão de Paulo, estava na fenda do meu vestido e acariciava minhas coxas, me causando uma vontade de agarrar em seu pau e me deitar sobre o mesmo para chupar aquela ferramenta de sedução, mas me mantive segregando aquela tortura, até que vi o casal chegar. Não eram exatamente como o tínhamos visto.
Superavam tudo. Ele um cara, de uma estatura mediana,bonito, cabelos levemente grisalhos e ela uma espetacular mulher, que me deixou de boca aberta e sedenta, pois desejei de imediato me apossar dos volumosos seios que o generoso decote deixavam ver. Paulo, se levantou e foi ao encontro deles os trazendo para o nosso reservado. Pérola, olha só o nome da bendita, me encarou e pareceu aprovar o que viu, pois ao nos cumprimentarmos ela segredou em meu ouvido:_ Você vai me deixar usufruir de todo esse material?_ Não só vou, como quero e posso lhe dizer que você já me salivou muito._Que bom, pois já estou ficando toda arrepiada só de pensar em você nuinha em meus braços._Vamos tomar um drinque e depois começar a brincadeira? Os homens, nos olhavam e trocavam ideia a nosso respeito e Fábio, fora bem direto assim que sentamos, ela com Paulo e ele comigo:_Nos demos bem amor! -afirmou ele se dirigindo a mulher com meu irmão._Muito bem por sinal – disse ela piscando para ele e olhando para mim. Ficamos bebendo e trocando insinuações, que resultavam em risos e leves caricias de ambos os homens, para enfatizar o desejo por nós mulheres. O local era super agradável e víamos casais que já se dirigiam aos local onde se daria o real encontros de corpos e quando os homens se levantaram para irem providenciar o nosso, Pérola, me convidou para ficar junto dela. Sem espera por um consentimento, ela levou a mão até minha coxas exposta pela fenda do vestido. Não me fiz de rogada e a puxei para mim, buscando a delicada boca para um beijo, onde as línguas duelaram ferozmente. Toquei em seus seios, sobre o tecido que mal os escondiam e senti a sua maciez e os bicos que tesos eram facilmente percebidos na demarcação da roupa decotada. E foi assim que eles nos surpreenderam. Sorrimos satisfeitas e fomos convidadas para irmos ao quarto a nossa disposição. Não tinha nada de mais ali, apenas uma bela e enorme cama, poltronas laterais para que se pudesse dali observar o que acontecia no leito. Raul, o companheiro de Pérola, me puxou para a cama e nos sentamos. Ele me puxou para seu lado e começou a descer a alça do meu vestido e logo estava com um dos meus seios exposto. Sua mão tomou conta dele e apertou meu mamilo. Algo mais pesou ao nosso lado e vimos que era Paulo com a bela Pérola e, pasme, nús. Não perderam tempo, e ela já estava se admirando com a beleza da pica de meu irmão. Notava que estava super realizada segurando tal membro que outras mulheres ficavam assombradas de se deparar com o mesmo. Fiquei surpresa ao notar que Paulo estava bem adiantado em termos de caricias com Pérola. Parei por segundos, observando a plástica da mulher e me deu inveja de meu irmão._Que tal se os imitarmos? -disse Raul, que já estava se levantando para tirar a roupa. Foi ai que resolvi me envolver com Pérola e Paula, rolei sobre eles e fui participar da bela chupeta que ela executava em meu irmão. Pérola, parecia que nunca tinha chupado uma pica, tal a fúria com que disputava casa milimetro da pica de Paulo. Lambia com uma vontade, um vigor que parecia querer devorar a pica ou então me exilar dela, o que não admiti e por isso mesmo me apoderei dos ovos, os fazendo ficarem dentro de minha boca. Enquanto isso, Raul, já nu se preocupava em me tirar o vestido do corpo, o que conseguiu sem muito esforço. A seguir fora a vez da calcinha, me deixando de sapatos, o que demonstrava que era seu fetiche maior, trepar com uma mulher calçada. Na posição que eu estava facilitei a busca dele em minha boceta, onde passou a dedicar especial atenção, lambendo minha xoxota, me causando uma deliciosa sensação. empinei uma pouco o traseiro para lhe facilitar mais o contato com minha cona que estava melada e que com as primeira lambidas ficar bem mais molhada. Senti,uma mão que procurou, minha bunda, escorregando pelas minhas costas até dela se apossar, amassou uma nádega a separando da outra e com isso, tive o rego aquecido pela saliva que a língua que estava explorando minha boceta, deixava nele. Quando Pérola, deixou o pau de Paulo, do mesmo me apossei e o engoli, quase que por inteiro, deixando-a boquiaberta. Paulo a puxou para si e a beijou e eu me aproveitei para levar a mão até a boceta dela e separando seu lábios, enfiar dois dedos em sua cona lubrificada. Ela gemeu e abriu mais as pernas, já se deitando de costas, pronta para uma invasão. Fui com a boca naquele lugar de cheiro delicioso e uni minha boca, naquela boca intima, dando-lhe um beijo de muita sucção. A seguir meti a língua dentro da caverna que encontrara, solvendo aquele caldo que ela estava expelindo. Pérola, gemia, enquanto era beijada por meu irmão e seu marido já estava se preparando para me penetrar. Por instantes voltei a cabeça para trás a fim de ver o que iria me invadir e fiquei satisfeita com a bela pica que Raul, tinha, não fazendo feio, apesar de nunca chegar perto da de Paulo, mas dava para o gasto. O pau de Raul, entrou em minha boceta e me provocou um belo orgasmo, que era também motivado por estar chupando a rola de meu irmão, assim como a boceta daquela fogosa mulher. Raul, meio que desejando ficar a “sós” comigo, puxou fazendo com que eu me sentasse em seu pau e assim pode ficar brincando com meus seios. Passei a subir e descer na vara, onde chegava a espremer os testículos de encontro a bunda quando rodei com o pau dentro, ficando frente a frente com ele. Comecei a apreciar melhor aquele homem e deseja-lo, por isso fiquei de joelhos sobre seu corpo e busquei sua boca, que ainda esta impregnada de uma pica e da gosma da boceta de sua mulher. Pérola gemeu e olhando para trás, vi Paulo enfiando a rola na xoxota dela, que estava de pernas arreganhadas e levantadas. Passei a executar os meu movimentos sobre a pica de Raul, com maior velocidade. Aquele homem era todo amoroso e dizia palavras que mais incendiavam os desejos de uma mulher que estava tendo seu pau dentro de si. Paulo, safadamente, trouxe a mulher para junto de nós, colocando sua cabeça entre as do marido e as minhas e assim enquanto fodia, podia me acariciar a bunda e principalmente o meu cu, onde meteu um dedo. Dedo no cu, me deixava louca, e eu não pude deixar de acelerar mais as investidas sobre a rola de Raul e isso desencadeou que não esperávamos, ou seja, ele não se controlar e gozar dentro de mim. Apesar disso, eu apenas mais lubrificada com sua porra, não sai de cima dele e intensifiquei as investida sobre o pau, mantendo-o duro dentro de mim. Apesar de tudo sob controle, com meu gozo chegando e dando lugar a outros que se sucederam, eu ainda estava ansiosa para “comer” aquela mulher que estava ali bem perto da minha boceta, agora lambendo os bagos do marido, deixando-o com mais tesão. Foi de Pérola a ideia de ficar de quarto e passar a lamber meu rego e a boceta onde o pau do seu marido estava. Eu procurava dar atenção ao pau e a boca que me dava prazer, esfregando-me no rosto de Pérola e sobre o pau de Raul. Sabia do seu grau de excitação e compartilhava com ela o que estava sentindo. Quando, diante do monumento que era abunda daquela mulher, Paulo se dispôs a enraba-la, senti que o pau de Raul ,pulsava com mais intensidade. Ao olhar para Pérola, notei uma expressão de pânico em seu rosto e ai inquiri Raul, que entre gemidos me confidenciou que ela não era, muito afeita a sexo anal, pois sentia muita dor no ato. Praticavam o sexo anal, mas sempre sobre protesto dela, que queria satisfaze-lo, sempre sofrendo com a dor que sentia. Dei um toque discreto em Paulo e quando este me olhou, eu fiz um sinal que ele entendeu perfeitamente e se dirigiu ao rabo dela com a boca para a deixar bem preparada para o que viria a seguir. Pérola, soltava gritinhos histéricos, demonstrando que as caricia de Paulo, estavam surtindo efeito e a demovendo da recusar de ser sodomizada. Com o interesse do marido em ver o que sua esposa ia fazer diante daquele imenso pau, que ia se afundar no cu da mulher, sai de cima dele e pingando porra pelo lençol, fui fica junto de meu irmão, passando também a acariciar a bela bunda de Pérola. Alternávamos as lambidas no rego e sobre o cu que piscava, começando a deixar Pérola mais relaxada. Raul fora se sentar na poltrona e ficara olhando o que ocorria sobre a cama. Estava de pau duro e o alisava sem pudor algum. Fui com a língua buscar um pouco de lubrificação na vagina de Pérola e trouxe o líquido para o colocar sobre o cu, penetrando-o. Depois disso, peguei a rola de Paulo a coloquei na boca, para depois de perceber que a glande estava bem melada, a encaminhei para as pregas de Pérola. Ela olhou para trás e seu corpo começou a tremer. Fiquei com pena dela e lembrei-me de Lena, onde a iniciara no sexo anal com o plug que papai me dera de presente. Precisava dar um jeito para que ela se visse tentada a tentar um pau no cu, mesmo que fosse o de Paulo, por isso disse:__Amor, fode minha bunda para ela ver como eu gozo. Ato contínuo, me posicionei ao seu lado e quando ela me olhou eu a beijei. Paulo, veio atrás de mim e sem precisar de preâmbulos, foi enfiando a rola em meu cu, a ponto de trazer Raul para junto de nós, afim de observar que realmente eu estava com uma rola daquele tamanho, no cu. Meu irmão levou a rola quase que em sua totalidade para dentro de meu rabo, me empalando como, nas épocas medievais._ Veja amor – disse ele a esposa- olhe que beleza, como ela recebe esse tremendo pau no cu. Olha e veja como é lindo. Já pensou você assim, com essa rola no cu?_ Eu mal aguento a tua, quanto mais essa ai. Na boceta é uma delicia, mas na bunda, não vai dar não._ Veja amor, como a Bia aguenta e rebola na rola do Paulo. Eu acho que você consegue._Mas se com você dói para caralho e teu pau perto do dele é pequeno, como vou aguentar isso tudo ai? Não, vamos pular essa parte. Coma o cu dela, que ela não vai lhe negar esse prazer. não é Bia? Para lhe dar uma resposta, recuei a bunda e depois que tirei todo o pau de dentro de mim, chamei Raul, que logo se postou no lugar de Paulo que foi ter com Pérola. Depois de levar a rola de Paulo no cu, a de Raul, era um desafio menor que se podia imaginar e assim o recebi, sem sofrimento. Notei que Pérola, estava com raiva de si mesma, pois me vira receber a rola de Paulo, e naquele momento estava com o pau do marido dela no cu, notando que ele estava maravilhado, ainda mais quando eu o comprimia com apertos do esfíncter. Paulo não tinha desistido de a enrabar e por isso a lambia no rego e penetrava seu cu, com a ponta da língua, já a fazendo solta gemidos, e jogar a bunda mais de encontro ao rosto de meu irmão. Paulo trabalhou bem o rabo dela com dedos, procurando alargar o orifício que iria penetra assim que ela estivesse preparada. E foi em meio a um gozo que eu notei que Paulo estava com o pau encostado no cu dela. Ciente que devia distrai-la do que vinha por trás, a puxei novamente para uma sessão de beijos e mordidas, que a fora induzindo a não sentir a dor que esperava, pois Paulo, já a tinha colocado em condição de receber a sua pica no cu. Ela sentiu um fisgada, pois me mordeu o lábio inferior, sem imaginar que era um porção inimaginável por ela e seu marido, que já deslizava por seu reto. Alertei Raul, que se virou e parou de me bombar o cu, para se deliciar com o que ocorria com sua mulher._Veja amor, você conseguiu…olha a tremenda pica que esta de fodendo o rabo. E você não reclamou de dor. Olha que lindo._ Querido, eu não sabia como seria possível, mas ele conseguiu e eu estou amando, é gostoso demais. Obrigada amor por esse momento, obrigada a vocês também. Ai, que gostoso…que pau delicioso em meu cu, estou entupida com essa rola grande e grossa. Nunca pensei que conseguiria. Raul acelerou as metidas em meu cu, até que anunciou que ia gozar em meu rabo._Goze na boca de sua mulher. -sugeri me deixando cair para o lado, vendo ele dirigir a rola para a esposa que a abocanhou no preciso momento que os jato de porra começaram a surgir. Lambedora de porra como sempre fui, me juntei a ela naquele banquete e Paulo diante de todo aquele cenário acelerou os movimentos, para que pudesse dar mais tesão em Pérola. Quando terminamos de sedar a rola de Raul, Paulo se retirou do cu dela e lançando porra em suas nádegas, deixou a rola ai, para que eu tomasse conta e nela me fartei, ficando com a boca repleta de esperma. Engoli um pouco e depois busquei a boca de Pérola para partilhar aquele trunfo. Ela recebeu de bom grado aquela delicia de caldo masculino. Como louca, nos entregamos a um beijo alucinado, que foi ficando cada vez mais selvagem e acabou em um delicioso 69 nove onde sugamos em cada boceta o melado que dela escorria, em meio a gemidos de gozos que se sucediam entre nós. Os homens, sentados enas poltronas observavam nossos desempenhos na cama e vibravam por verem ali, putas sagrada, que se devoravam e meio a um cheiro de enlouquecer qualquer um. Pérola estava ensandecida, me devorando com vigor, gritando xingando, se entregando em toda sua exuberância, até ficamos grudadas, com as bocas nas bocetas, gozando fartamente. Fomos para o banheiro, onde nos banhamos e eu vi o amor com que Raul, estava tratando sua esposa. Não cansava de beijar a bunda dela e ela nos olhava e jogava beijos em agradecimento a uma nova etapa da vida deles, que seria muito gostosa. Quando chegamos em casa, no dia seguinte, fui para meu quarto me trocar e Paulo, no umbral da porta me olhava alisando o pau. Fui até meu irmão e puxando-o para dentro, fechei a porta. Abracei aquele pedaço de mal caminho e nos beijamos calorosamente e naquele abraço e beijo eu gozei.__Você é um cara filha da puta de gostoso. Vem delicia, vamos tirar o “atraso” – propus, já começando a me desfazer da roupa! A cama nos esperava, para darmos vazão ao fogo incestuoso que nos consumia!

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