Novinho do Trampo Manjador de Rola

No mês passado entrou um rapaz novo, chamado Eduardo, na empresa onde trabalho e eu fui incumbido de orientá-lo. Uma moça havia pedido demissão pelo stress, devido ao stress, e ele estava em fase de treinamento para ocupar a vaga dela.

Logo que fui apresentado a ele, achei ele bastante tímido e ao mesmo tempo muito simpático, com uma feição amigável e fala mansa, imaginei que não duraria muito tempo por ali. Era um rapaz bonito, magro e com um corte de cabelo estilo militar. Parecia ser tão jovem que eu até imaginei que fosse menor aprendiz, depois descobri que ele tinha 18 anos.

Quando me cumprimentou, segurou minha mão bem de leve, quase que como uma donzela. Confesso que não passou nenhuma maldade pela minha cabeça nesse momento, aquele ambiente administrativo era bastante estressante.

Nós dois iríamos dividir a mesma mesa, como era com a antiga funcionária. No primeiro dia eu praticamente não consegui trabalhar direito, estava quase que dando 100% de assistência a ele, mas explicava tudo com toda a paciência e calma. Coisa que outros jamais fariam.

Nos dias seguintes tudo foi correndo bem, ele aprendia rápido e era bastante competente. Fomos nos conhecendo melhor durante a primeira semana e quando surgiu em mim um leve interesse, ele comentou que já havia tido namorada, o que me fez desistir.

Na segunda semana as coisas começaram a mudar. Logo na segunda feira, reparei que ele tinha vindo com uma calça de sarja bem mais justa se comparada com o jeans que ele costumava usar. A sua bunda ficava bem desenhada, redondinha e dura (imaginava), parecia enorme em contraste com suas pernas fina e corpo magro.

A mudança foi tão evidente que ouvi 3 meninas que trabalhavam com a gente comentando sobre o tamanho da bunda dele num círculo, na hora do café.

Ele passou a usar aquela calça com frequência e sempre que ficava de pé do meu lado e aproveitava para contemplar aquele rabo, eu simplesmente parava o que eu estava fazendo para olhar por alguns segundos, as separações entre as mesas permitiam que olhasse descaradamente sem preocupações. Reparei que ele ficava em pé com regularidade, e, bem próximo a mim, mais do que o necessário.

Por vários momentos a sua bunda esteve bem próximo da minha cara, eu pirava de vontade em ver aquele cuzinho e meter a cara naquele rabo e devorá-lo na linguada.
Em alguns momentos ele chegava a inclinar-se para frente, mostrando ainda mais o rabo, como se fosse um convite. Ele roçava a bunda no meu ombro em vários desses momentos. As vezes eu “coçava” o braço só para encostar, mesmo que de leve, no rabo dele.

Agora, sempre que ele tinha alguma dúvida, me tocava, passando as mãos no meu ombro e pescoço, as vezes apertando. Aproximava a cadeira dele da minha a ficava bem pertinho, encostando sua perna na minha, e, enquanto falava, vez ou outra colocava sua mão sobre a minha coxa e deixa lá por um tempo.

Sempre que eu ia no banheiro, não demorava muito e ele ia atrás, discretamente. Era um banheiro pequeno e reservado, mal cabia uma pessoa pela passagem que era extremamente apertada devido a caixas entulhadas ao lado, e a fechadura não funcionava. A porta sempre ficava entreaberta.

Numa de minha idas ao banheiro, eu estava lá dentro e ele abre a porta de supetão, eu tomo um pequeno susto e levo minha mão até a porta para fechá-la, ele pede desculpas e olha para o meu pau, se afasta devagar para fora, mas ainda direcionando olhares para minha pica. Ele fica lá fora numa posição favorável para me ver mijando, já que a porta não fecha totalmente, e finge mexer no celular enquanto espera eu terminar.

Finalizo o serviço e enquanto lavo as minhas mãos ele sai pelo corredor. Quando estou saindo do banheiro, ele entra, fazendo com que nos encontrássemos no meio do caminho, quando o natural seria que ele me esperasse chegar no final para depois, entrar.

Eu ia recuar até a porta do banheiro para que ele pudesse passar, mas quando me dei conta ele já estava bem na minha frente e se encostou de frente para a parede me dando passagem, não me dando alternativa senão nos espremermos no corredor. Passei instintivamente de frente para ele e era impossível que eu não encostasse nele, com isso, meu pau colou, literalmente, no rabo dele.

Pude constatar que seu rabo era, de fato, bem durinho. Senti que ele chegou a andar na mesma direção que eu só para sentir meu pau por mais tempo grudado na bunda dele. Segurei-o pela cintura enquanto encoxava ele, era uma cinturinha fina e aparentava ter um corpinho bem definido.

Imaginei que no outro dia a situação voltaria a se repetir e eu estava disposto a facilitar as coisas. Me levantei da minha mesa e disse ao Edu que precisava ir no banheiro rapidinho, já pensando que ele iria logo depois.

Não deu outra. A situação se repetiu. Mas dessa vez eu deixei a porta um pouco mais aberta e ficando mais de lado para que o meu pau ficasse mais a mostra para ele, quando chegasse. Ele chegou para entrar e novamente se desculpou afastando-se um pouco, mas ficando na porta e perguntando se podia lavar as mãos.

“Pode ficar a vontade, lava aí”, respondi. O lavatório era colado na privada. Ele entrou e começou a lavar as mãos enquanto eu mijava. Com a cabeça baixa, seus olhos iam claramente em direção a minha pica. Aquela situação ia fazendo meu pau ficar meia bomba e eu me esforçava para demorar o máximo possível.

Ele também parecia não ter pressa. Lavava as mãos, ensaboava, enxaguava e voltava a ensaboar, bem devagar. Tempo suficiente para meu caralho ficar duro como uma pedra. Eu segurava o meu pau de modo a deixá-lo bem a mostra para ele ver. Terminei e dei umas balançadas na pica enquanto ele se retirava do banheiro.

Lavei as mãos e fui sair de pau duro, imaginando que ele ia voltar descaradamente para “usar” o banheiro. Dito e feito. Nos encontramos no meio do corredor com meu pau latejando na calça. Ele se virou para a parede deixando a bundinha empinada para mim e eu fui passando por ele bem devagar. Queria aproveitar cada segundo. Segurei ele com firmeza pela cinturinha e encoxei-o com força a ponto de ele dar um gemido baixo e discreto.

Após passar, deslizei minha mão pelo seu rabo e fui para a minha mesa. Bateu aquela paranoia de que alguém tivesse notado a nossa ausência. Mas dei de ombros.

Eu não conseguia me concentrar no trabalho com aquela delicia do meu lado doido para me dar a bundinha.

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2 thoughts on “Novinho do Trampo Manjador de Rola

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