Virei a putinha do meu sogro

Vou dizer que meu nome é Helena pra poder contar um pouco da minha vida neste conto. Hoje tenho 22 anos e sou uma mulher casada e muito feliz… Inclusive grávida do meu segundo filho. Tudo começou a mais ou menos uns 10 anos atrás, quando meu pai desempregado e procurando um emprego sofreu um acidente de carro. Como já andávamos passando um pouco de dificuldade, com meu pai acamado as coisas foram piorando. Tínhamos uma tia Ruth (irmã do meu pai) que tinha um certo poder aquisitivo. Mas ela era pior do que o tio patinhas, que não abria a mão nem pra dar bom dia; e pra piorar ela, meu pai e minha mãe não se davam bem. Vendo as cobranças chegando em casa e minha mãe virando faxineira pra tentar diminuir as dívidas, resolvi eu mesma procurar minha tia pra lhe pedir ajuda, já que meu pai era seu irmão. Foi quando descobrir que ela era uma cafetina que arrumava acompanhantes para homens ricos (empresários). Tia Ruth, sem nenhum rodeio me explicou tudo e me fez acreditar que eu poderia ganhar muito dinheiro se topasse me encontrar com alguns dos seus clientes… Nem falei pra ela que ainda era virgem. Quando ela me disse quanto eu poderia ganhar em cada encontro, acabei concordando. Tia Ruth prometeu até fazer um bom adiantamento, entregando pra minha mãe sem que ela soubesse do meu envolvimento. Tia Ruth já imaginando o quanto poderia faturar comigo, deu uma boa quantia pra minha mãe, que daria um alivio de pelo menos dois meses. Pra mim era tudo ou nada… Cinco dias depois minha tia me levou até um certo hotel (chique), e na portaria (tudo combinado), me pediram pra ir a um determinado andar e quarto. Me controlando pra não chorar, bati na porta e um homem de aproximadamente uns 60 anos, forte e uns 1,90 m de altura trajando um roupão de banho, abriu e me mandou entrar. Ele ficou me olhando de cima em baixo.
– Caramba, realmente a Ruth não mentiu sobre você; você é um espetáculo.
Ele me mandou ir tirando minhas, e vendo meu nervosismo.
– É sua primeira vez?…
– É… É sim!…
Ele que parecia ser um homem muito carinhoso, foi me ajudando a tirar minhas roupas dizendo que não precisava ficar com medo que ele faria tudo pra não me assustar. Eu peladinha, ele me fez deitar e veio chupando meus peitinhos e passando a mão por todo meu corpo. Quando ele ficou em pé ao lado da cama e abriu o roupão, cheguei a dar um grito… O homem tinha uma piroca gigantesca, parecendo mais um cavalo do que um ser humano. Apesar de ser virgem, gostava de brincar com o pintinho do meu namorado: tocava punheta pra ele e até chupava… Não tinha nem como comparar o tamanho de um com o outro. Vendo aquele homão vindo pra cima da cama resolvi confessar que ainda era virgem. O homem ficou parado me olhando.
– A Ruth não me falou que você era virgem.
– Ela não sabe… Não falei pra ela.
Ele foi me fazendo perguntas e eu fui contando a ele todo meu drama, explicando porque tinha aceitado e que não me importava de perder minha virgindade. Ele não aceitou tirar minha virgindade, mas, deitou comigo e ficou me beijando, mamando nos meus peitinhos e só passando o dedo na minha xoxota. Quando ele me pediu pra chupar, nem hesitei e fui logo botando a boca (só a cabeça e mais alguns centímetros)… Depois de chupar por alguns minutos, ele me mandou ficar de quatro e após soltar saliva sobre meu ânus, botou uma camisinha, encostou em mim e ficou forçando até que a cabeça entrou… Novamente gritei, e ele alisando minha bunda ficou parado me pedindo pra ter calma… Acho que ele não conseguiu enfiar nem a metade do seu pinto. Mas mesmo só com um pedaço dentro da minha bunda ficou fazendo movimentos de vai e vem… Continuei gritando até que voltou a ficar parado e gemendo… Estava gozando. Além do dinheiro que ele já tinha entregue pra tia Ruth, me deu um bom dinheiro me pedindo pra não continuar naquela vida, que eu deveria estudar… Bla… Bla.. Bla. Acho que ele não contou pra tia Ruth que eu era virgem e que me deixou continuar virgem. No dia seguinte deixei meu namorado tirar minha virgindade, pois precisava pagar tia Ruth pelo dinheiro que ela já tinha adiantado. Mais dois dias um novo cliente. Outro velho, que conseguiu me fazer gozar e ainda também meteu forte no meu rabo (com camisinha é claro). Lá pelo quinto cliente eu já me comportava como uma profissional… Fazia o cliente gemer sem sentir dor. Fiquei sendo garota de programa por uns quatro meses, pagando minha divida com tia Ruth e ainda ajudando um pouco em casa… Meu pai melhorou e arrumou um excelente emprego que pude voltar a estudar (cursinho), pra tentar uma faculdade. Comecei a namorar o dono do cursinho (Pedro), um ótimo rapaz, e em menos de um ano estávamos casando no civil (eu ainda muito nova), sem ter a presença de nenhum dos seus parentes (pai e 2 irmãos), que viviam cada um em um estado. O pai viúvo (Leandro) morava no sul do país. Dois meses de casada, com meu marido trabalhando fiquei em casa pra esperar meu sogro que estava vindo pra tratar de negócios e aproveitar pra me conhecer. Ao abrir a porta quase tive um ataque do coração vendo aquele homem parado na minha porta… Era justamente aquele meu primeiro cliente que não quis tirar minha virgindade. Ele também ficou muito assustado, e, com muito custo entrou e fomos sentar no sofá… Foi um constrangimento de ambas as partes. Começamos a conversar, e mentindo disse que aquele dia tinha sido minha primeira e também a última vez… Que não tive coragem de continuar. Logo meu marido chegou, e após conversarmos normalmente saímos pra comemorarmos nosso encontro em um restaurante… Parecia que estava tudo normal entre eu e meu sogro. No dia seguinte, logo cedo, o telefone tocou e ao atender logo reconheci a voz do meu sogro que me perguntou se lembrava daquele hotel do nosso primeiro encontro. Já imaginando algo de tenebroso, disse que sim e ele me dizendo em qual quarto estava me pediu pra ir até lá… Senti meu chão se abrindo. Tentei argumentar, mas ele foi incisivo;
– Acho melhor você vir, pois precisamos revolver algo que ficou pendente naquele dia.
Com medo que meu casamento fosse pro brejo, me arrumei colocando um lenço na cabeça e óculos escuro, pegando um taxi. No hotel o atendente me autorizou a subir. Como aconteceu mais de dois anos atrás, minhas pernas tremiam e me vinha uma vontade de chorar. Entrei e novamente ele estava somente com um roupão sobre seu corpo… Pela abertura do roupão dava pra ver seu enorme pinto ainda mole… Descaradamente, como da outra vez, me mandou tirar as roupas. Hesitei e ele vindo me abraçar começou a me beijar direto na boca.
– Vou embora amanhã Helena… Só tenho hoje pra ficar com você.
– Você promete que o Pedro não vai ficar sabendo?
– Claro… Eu jamais ia querer fazer meu filho infeliz.
Ele tirando o roupão, pelado sentou na cama e ficou me olhando tirar toda minha roupa.
– Você continua linda e gostosa, como daquela vez.
Me fez chupar seu enorme pau por vários minutos, e, novamente me pedindo pra ficar de quatro foi enfiando sua enorme mangueira na minha buceta… Só consegui me relaxar quando ele conseguiu enfiar tudo e iniciar um delicioso vai e vem… Fui voltando a ser aquela puta de luxo de antigamente.
– Ai! Ai! Aaaaiii!!! Mete! Mete mais forte! Iiiiiisssso!…
Depois de várias socadas comecei a gozar escandalosamente com ele batendo na minha bunda.
– Rebola sua safada… Tá gozando, né?…
– Tô! Tô goooozannnnndo… Mete mais… Maaaaiiiissss!!!!
Meu sogro meteu tanto na minha buceta que quanto fui sentindo meu segundo orgasmos ele também foi gozando junto comigo… Com minha buceta toda cheia, fui concluindo que tinha sido minha melhor trepada de todas. Tomei um banho rápido, me arrumei e depois de ganhar mais alguns beijos na boca do meu sogro fui embora preocupada, mais feliz da vida. Três meses depois, meu marido veio me informar que meu sogro estava vindo novamente do sul pra ficar alguns dias, e que ficaria em nossa casa… Senti um tremor percorrer todo meu corpo. Tentei ser mais natural possível, vendo meu sogro dentro da minha própria casa. Logo no primeiro dia, meu marido saiu pra trabalhar e meu sogro estava no banho. Até que ouvi gritando do banheiro pedindo pra lhe levar uma toalha. Cheguei com a toalha, e ele abrindo totalmente a porta (peladão) me puxou pelo braço e foi me beijando.
– Vim pra cá, só pra poder ficar com você.
– Mais Leandro, nós não podemos continuar!
– Prometo que não vou atrapalhar o seu casamento… Só quero ter você comigo.
– Mas aqui em casa é perigoso, o Pedro costuma largar o cursinho e aparecer de repente.
Mas como ele estava de pau duro, me pediu pra pelo menos dar uma chupadinha. Sentei sobre a tampa do vaso e abocanhei com gosto a piroca do meu sogro, mamando por uns três minutos… Parei.
– Acho que dá pra gente fazer rapidinho, não dá?
Ele concordou, só tive o trabalho pra descer meu short, ficar apoiada sobre o vaso com minha bunda empinada… Leandro enfiou na minha buceta e segurando-me pela cintura começou a meter.
– Rápido! Rápido! Mete com mais forças, vai! Vaaaaiiii!!!!
Ele também gemia.
– Ooooohhhhh caralho… Como você é gostosa minha nora.
Novamente, assim que comecei a gritar que estava gozando, ele também foi despejando uma quantidade enorme de porra dentro da minha buceta. Por três dias trepamos dentro de casa, mesmo sabendo que corríamos certo risco… De vez em quando ligava pro cursinho pra falar com Pedro, mas utilizando o telefone fixo. Confirmando que ele estava no trabalho, eu e meu sogro íamos pra cama onde pelados fazíamos todos os tipos de sacanagem… Eu vibrava com aquele pirocão fodendo minha buceta e minha bundinha como um animal enfurecido… Nessa época fiquei gravida do meu primeiro filho. Soube pelo meu marido que Leandro estava morando com uma mulher… Fiquei anos sem vê-lo e confesso que senti muito sua falta. Hoje sou uma esposa dedicada, cuidando com zelo meu marido e meu filho. Grávida do segundo tenho absoluta certeza de quem me engravidou foi realmente meu marido… Diferente da primeira gravidez. Fico imaginando se meu sogro aparecer novamente e me chamar pra cama… Não sei se recusaria.

5 thoughts on “Virei a putinha do meu sogro

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *